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Surf Dog

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Se você acha que o surf é exclusividade para os humanos estão muito enganados, hoje cada vez mais o esporte tem crescido no mundo inteiro e pode ser praticado também por nossos filhotes, nossos queridos cachorros.

Quando o assunto é surf, os pets realmente competem para valer quando estão pegando onda. Atualmente o esporte já conta com uma infraestrutura totalmente organizada seguindo regras de campeonatos, que são muito parecidas com as competições de surf para os humanos, sendo os cães divididos por categorias que levam em consideração o porte e o peso dos animais. Tudo realmente bem sério e criterioso!

Como os cachorros não têm a habilidade de remar com os membros até chegar à onda, eles precisam ser lançados, então, um humano empurra a prancha com o cão em cima até o lugar propício para pegar a onda. A partir daí, fica por conta do animal. Todos eles usam coletes e são monitorados por salva-vidas todo o tempo.

Existem até modalidades de competição, como o Surf City Surf Dog, em Huntington Beach, na Califórnia, em que permite que dois cachorros surfem juntos, dividindo a mesma prancha. E até mesmo o animal com o seu condutor. E no final todos os participantes levam para casa uma medalha pela participação

O Surf City Surf Dog é um dos maiores campeonatos de surfe para cachorro. O evento tem como meta arrecadar fundos e conscientizar a população sobre várias causas relacionadas aos animais, como a doação e os cuidados médicos.

A preparação é intensa. Os treinos ocorrem de três a quatro vezes por semana e incluem, além do mar, areia fofa, trilhas e cachoeiras.

Conheça nosso atleta Parafina e seu tutor Augusto Martins, nossa dupla apoiada pela Amore di Cane.


Augusto Martins e Parafina, no pódio na Califórnia (Foto: Divulgação/Surf City Surf Dog)

O cão que adotou o surfista era outono, o dia estava ensolarado e a praia, vazia. A prancha de stand-up deslizou na água. O professor de surfe Augusto Martins
preparava-se para subir nela quando, de repente, um cachorro foi mais rápido e pulou antes dele.
Apesar da surpresa, ele conta que disse “chega mais” para o cão “sem raça definida, lenço ou documento”, morador do Posto 1 da praia de Santos, no litoral paulista. Eles já se conheciam de vista, mas nada além disso, apenas trocas de olhares. Nesse dia treinaram juntos durante duas horas no turno da manhã e mais duas no fim de tarde. Durante dois anos, os encontros se repetiram. Quando o Augusto chegava para dar aulas, o Parafina estava sentado no jardim em frente ao local onde habitualmente aconteciam as sessões de surfe.
Até que em 2013, o cão de “muitos donos”, que vivia pela orla, ora aqui, ora lá, escolheu apenas um. Havia chegado a hora de mudar a vida do Augusto para sempre. Nesse dia, ao ir embora, o surfista olhou pelo retrovisor do carro e viu o cachorro parado, olhando fixamente para ele. Sentiu um aperto no coração. Voltou, abriu a porta e o Parafina entrou. Um momento de escolha mútua, vidas que passariam a ser compartilhadas não apenas dentro d’água,mas em todos os locais e instantes. Eles haviam se adotado. Se em 2010 ele era apenas o Parafina,
hoje ele tem nome e sobrenome: o Parafina Surf Dog tem conta no Instagram (@parafinasurfdog) e colegão de roupas e acessórios com o seu nome. Sem contar o passaporte carimbado quatro vezes para a Califórnia, onde competiu no Surf City Surf Dog em Huntington Beach. Pisou oito vezes no pódio, sendo quen em três suas patinhas encostaram o degrau mais alto. Amigo da Ella (minha sharpei que assina esta coluna comigo) e embaixador do Santos Futebol Clube, Parafina quer mesmo é pegar onda e deixa isso bem claro quando, na beira da praia, late e sobe no standup em um movimento corriqueiro e feliz. Surfar nunca mais será um ato solitário para o surfista santista, pois sua prancha tem mais um dono. E ele tem quatro patas.

Vira-lata ‘Parafina’ apareceu no quebra-mar, em Santos, há sete anos (Foto: Reprodução/Facebook)

Competição

O Surf City Dog Surf tem quatro divisões, de acordo com o peso e o porte do cachorro. Além da competição individual, os cachorros também podem surfar com os donos no stand up paddle. São três baterias com cinco cães cada uma. Em cada uma delas competiram 15 animais. Os cinco melhores de cada categoria avançaram para as finais. Os juízes deram notas de 0,5 a 10 e levaram em conta o grau de dificuldade, a posição e o tamanho da onda, além da posição do cachorro e das manobras.

Pets, a tendência do momento

Como sabemos o mercado pet tem crescido muito e nossos queridos animaizinhos são parte da família para muitas pessoas.

Essa é uma oportunidade de linkar varias ações em torno do tema pet.

Adoção: Dibea pode estar presente on line no dia e fazer ações de conscientização

Castração social será convidada uma veterinária bem influente para dar seus toques

Conscientização no recolhimento das fezes – para esse tema em particular teremos uma explanação do por que é importante recolher as fezes dos bichinhos.

Estamos abertos também a ideias e sugestões que agreguem valor à causa animal!

Amore di Cane, quem somos?

Somos uma empresa de amor e resgate animal, nossas ações serão sempre pró-animais, sejam quais forem, mas o cão é a nossa bandeira!

Visite nosso site e conheça nossa história.

www.amoredicane.com.br

Abaixo alguns números do mercado pet.A oportunidade de linkar duas paixões num só evento. Será um marco com grande visibilidade da mídia nos dois nichos.

Setor cresceu mesmo na recessão, mas profissionalização ainda é um desafio

Enquanto toda a economia sofria com a crise que agora começa a ficar para trás, o setor que representa produtos e serviços para animais de estimação conseguiu passar relativamente ileso. Nos últimos anos o faturamento tem crescido solidamente, e a estimativa do Instituto Pet Brasil é que mais de R$ 25 bilhões tenham circulado no ano passado por esse segmento da economia, um crescimento de 7% em relação a 2016.

Os números mostram a força do mercado pet no Brasil. Os dados mais recentes do IBGE, de 2013, mostram que há 132 milhões de pets no País. São 53 milhões de cães, 38 milhões de aves, 22 milhões de gatos, 18 milhões de peixes ornamentais e 2,7 milhões de pequenos répteis e mamíferos. O País possui a quarta maior população de animais de estimação no mundo, segundo levantamento da empresa de pesquisa de mercado Euromonitor, e ocupa a terceira maior posição em faturamento, ou 5,14% da fatia mundial. Alimentação representa mais da metade das receitas, mas o setor de serviços vem ganhando importância – o movimento segue a profissionalização e as atividades estão cada vez mais diferenciadas, segundo o Instituto Pet Brasil. Com cerca de 30 mil lojas, a área ainda é dominada pelas pequenas lojas e pelas vendas em mercadinhos e nos supermercados. Está havendo, no entanto, uma rápida expansão de redes como Cobasi, Petz e Petland.

A pioneira Cobasi, fundada em 1985, já tem 62 unidades, estabelecidas principalmente em São Paulo (capital e interior), mas também no Rio de Janeiro, Brasília, Paraná e Rio Grande do Sul. Só em 2017, 18 lojas foram abertas, e entre 20 e 25 devem ser inauguradas este ano. A rede aposta no modelo de megalojas, com um mínimo de mil m2. Sua matriz, na Vila Leopoldina, tem 11 mil m2. Como shopping animal, foca na venda de produtos – 20 mil itens – e não no fornecimento de serviços, apesar de sublocar espaços para cuidadores e veterinários, por exemplo. Com o tempo, criou também uma área garden para o segmento de casa e jardim, e vende plantas, insumos e equipamentos como mangueiras e cortadores de gramas. Com essa estratégia e um programa de relacionamento, conseguiu conquistar clientes fiéis, segundo a gerente de marketing Daniela Bochi. “Mais de 50% das vendas são para a base de clientes habituais, mesmo sendo uma loja grande”, afirma. Para trabalhar com pontos de venda em formato menor, a Cobasi inaugurou a rede Pet&Fácil, para lugares de 500 m2 a 600 m2 focados em venda rápida, com 10 mil itens. Já são sete filiais. A empresa não divulga números de

faturamento, mas diz que aproveitou o mau momento da economia para crescer. “A crise afetou o setor como afetou todo o varejo, não estamos 100% imunes. Mas somos uma empresa sólida e familiar e aproveitamos a crise para expandir. O consumidor hoje age menos por impulso, ficou mais consciente”, diz Daniela.

Outro modelo é praticado pela Petland, que entrou no mercado em 2014. A marca tem origem norte-americana, fundada em 1967, e defende em uma filosofia de conscientização, com animais nas lojas (mas sem exposição em vitrines), parcerias com ONGs para adoção de pets e a Universidade Petland, de centros de treinamento. Além da venda de acessórios e commodities (ração e medicamento), aposta em serviços, que representam margens melhores. “Nosso negócio são pessoas, gente”, diz Rodrigo Albuquerque, sócio-presidente da rede. Ela começou com duas lojas próprias, mas hoje todas as 63 unidades, em 12 Estados, funcionam como no modelo de franquia. Para Rodrigo, a rede consegue proporcionar aos associados uma vantagem competitiva e boa receita por m2 de loja. “Somos agressivos em preços”, afirma. Isso se dá, por exemplo, pela negociação mais vantajosa com os fornecedores em função do ganho de escala nas compras. Os franqueados podem ser novos empreendedores ou atuais donos de lojas que convertem seus espaços e conseguem com isso aumentar o faturamento e o ticket médio. Segundo Rodrigo Albuquerque, a meta para 2018 é que metade dos novos pontos tenha essa origem, contra 50% de novas lojas. A fórmula tem atraído muitos empreendedores. A Petland tinha 32 lojas em 2016, e fechou o ano passado com 63 unidades. A meta é chegar a 107 filiais em 2018 e

200 em 2019. A rede acaba de adquirir as 12 unidades da concorrente 100% Pet e a projeção para este ano é de um faturamento de R$ 100 milhões – valor que representa um aumento expressivo em relação a 2016, ainda que não informe a receita naquele ano.

Há um grande potencial de evolução para esse mercado, que ainda é pulverizado. Para Daniela, da Cobasi, há um grande caminho a percorrer. “Nos pet shops menores falta um pouco de profissionalismo. A pessoa precisa separar o amor pelo animal de estimação com o talento para o empreendedorismo de varejo.” Já para Rodrigo, da Petland, “o mercado do Brasil é gigante, mas amador”. “Comparado com os Estados Unidos, é muito grande, cresce uma média de 6% a 8% ao ano há uma década. Mas está na mão do pequeno empresário. Nos Estados Unidos, são várias redes, duas têm mais de mil lojas. A gente quer ser um dos agentes da consolidação.”

*Esta reportagem foi originalmente publicada na edição de número 68 da revista LIDE, em 19/03/2018.

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